Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 12.set.2017, Amós 2

Assim diz o SENHOR: Por três transgressões de Israel e por quatro, não retirarei o castigo, porque vendem o justo por dinheiro e o necessitado por um par de sapatos.
[Joel 3.3; 2Reis 18.12; Amós 5.11-12]
Suspirando pelo pó da terra sobre a cabeça dos pobres, eles pervertem o caminho dos mansos; e um homem e seu pai entram à mesma moça, para profanarem o Meu santo nome.
[Amós 5.12; Isaías 10.2; Ezequiel 22.11; Miqueias 2.2]
E se deitam junto a qualquer altar sobre roupas empenhadas e na casa de seus deuses bebem o vinho dos que tinham multado.
[Amós 6.6; Êxodo 22.26-27; Deuteronômio 24.12-17; Juízes 9.27; Isaías 57.7]
Não obstante EU ter destruído o amorreu diante deles, a altura do qual era como a altura dos cedros, e cuja força era como a dos carvalhos; mas destruí o seu fruto por cima e as suas raízes por baixo.
[Malaquias 4.1; Números 13.32-33; 21.23-25; Jó 18.16; Gênesis 15.16]

[676,340]

junho 28, 2010

Falar da Verdade; ainda que a maioria não aceitar

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O compromisso do verdadeiro adorador é com Deus; não estamos a serviço de reis e homens, nem das estruturas religiosas (locais com nome de igreja); nem do poder secular;

Nosso dever e constrangimento pelas Sagradas Escrituras, é pregar o que o povo precisa e tem que ouvir; e não o que o povo quer ouvir como temos presenciado dos púlpitos ou palcos de show religioso ou patéticos programas televisivos...

Nada impede que a mensagem conforme a vontade Deus, seja consoladora e encorajadora, mas a missão principal do profeta e do pregador é pôr a mão na ferida, é mostrar onde está o erro, é apontar o pecado seja qual for e de quem for...

Pode ser o pecado coletivo ou individual, do momento recente, antigo ou que sobrevive causando ainda estragos...

Pode ser pecado de um religioso, pastor ou não, ou outro profeta...

Aquele que traz a mensagem das Boas Novas, mostrando a Verdade do evangelho de Cristo, não recebe ordens como:

- “Não pregue acerca destas coisas”!
- “Dizendo destas coisas você está julgando”!
- “Não se pode falar de pastores”!
- "O homem o falatório e o falatório, mata... Juízo pra vcs"!

Mas, os que trazem mensagens e apologia da Verdade, são constrangidos, se obrigam a falar:

Se alguém falar, fale segundo as Palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém.” [1Pedro 4]

Portanto, não se deve pregar a favor de ninguém, não se pode falar a Palavra de Deus para agradar a outrem, mas, deve-se pregar e falar a Verdade, do pecado, dos erros religiosos, da manipulação da fé alheia.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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junho 23, 2010

Obra de Deus??!!

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Em nosso tempo, muitos são os que vêem nas igrejas (locais com nome religioso) como sendo “obra de Deus”.

Mas, seria mesmo esta definição, “obra de Deus”, que deveríamos dar a tais locais? Não!

Ora, estas igrejas (locais com nome religioso, e registradas no CNPJ, ou seja, empresas religiosas), muitas com seus templos luxuosos e suntuosos, nada mais são que, locais de reunião e ajuntamento de pessoas, algumas com boa intenção em ajudar ao próximo, outras com a boa intenção de resolverem seus problemas financeiros, outras procurando perfazer uma obrigação religiosa, enfim, reúnem-se pessoas justas e também as injustas, e até aqueles que querem barganhar com Deus através de suas ofertas para a manutenção destes templos e para o sustento dos senhores religiosos (“pastores”) que visam na igreja (locais com nome religioso) a forma de obrigar a outrem a manterem suas famílias e suas regalias... haja paciência e falta de entendimento da vontade de Deus!

Existem algumas, bem poucas, igrejas (locais com nome religioso), que fazem algum trabalho social, utilizando deste subterfúgio para sua manutenção e enriquecimento de seus donos, disfarçando-se em locais de ajuda, mas na realidade, buscam receber donativos e incentivos do Estado; a lei brasileira não permite repasse do Estado para as instituições religiosas, as chamadas igrejas (locais com nome religioso), então, seus donos criam alguma “obra social” vinculada a igreja (locais com nome religioso) para receber tais repasses.

E os patéticos programas televisivos que consomem milhões de reais, onde somente seus idealizadores se enriquecem a cada dia mais, também são “obra de Deus”? Não!

Para aqueles que em verdade buscam confessar a Jesus como Senhor e Salvador [Romanos 10.8-11], estes, permeiam suas vidas para a ajuda aos pobres e necessitados, e que pelo ensinamento bíblico buscam e entendem que a relação com o próximo deve ser além de uma simples frequência a templos religiosos, nossa união em comunhão com os santos está acima de qualquer assiduidade a igreja (locais com nome religioso);

Todos os que amam a Cristo e sentem o chamado de Deus, não se vislumbram em carregar um título pomposo de “líder”, não se permite no sentimento egoísta em ser “presidente” de um ministério ou de uma igreja (locais com nome religioso), mas, sentem seus corações arderem na pregação do evangelho de Cristo, no anúncio da salvação na pessoa de Jesus Cristo, sem púlpitos ou palcos com shows pirotécnicos embalados a músicas... não somos juízes para condenar quem assim procede, mas, a justa Justiça divina nos compele a mostrar que a “obra de Deus” está longe disto e do que é ensinado dentro das quatro paredes religiosas, instituições religiosas ou igrejas (casas com nome religioso);

Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados a destruição. Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados” [Provérbios 31.8,9].

Os que são em verdade escolhidos por Deus, não vivem uma necessidade de enriquecimento e de comodidade nesta vida [1Coríntios 15.19], mas, os escolhidos sentem um constrangimento em trabalhar a favor das almas, na ajuda ao próximo, pobres e necessitados, no amor de Cristo Jesus agraciado em Mateus 25, “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me”... aquele que assim vive, vive em favor do próximo por ter sido escolhido de Deus, mesmo que padeça pelo nome de Jesus!

Aos escolhidos, Deus tem Sua promessa na vida eterna, que exercem a vontade de Deus em amar ao próximo, que necessitam em ajudar aos que precisam, que se comunicam com quem padece, pois, assim diz Jesus: “A obra de Deus é esta: Que creiais nAquele que Ele enviou” [João 6].


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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junho 18, 2010

A mão de Deus ou a força do dinheiro??!!

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Em sua jornada por esta terra, o homem sempre procurou ser alguém, próspero e com poder, mas para isto, o segredo a ser afortunado em bens materiais, deve-se trabalhar com competência. Assim, tornar-se-á o homem bem visto diante outros homens e muitas das vezes, com honras, entretanto, qual o segredo de sermos honrados por Deus, e não pelo dinheiro, diante outros homens?

Quando meditamos nas Sagradas Escrituras, encontramos jovens como Daniel e José, que viveram em cativeiro diante outros reis, porém, o SENHOR os exaltou sobre os maiorais, em suas épocas e através do contexto pela vontade de Deus, apesar da dificuldade dos tempos em que viveram.

E para isto, qual o segredo, meditação nas Sagradas Escrituras, jejuns, orações, santidade, humildade, obediência?

Estes jovens, foram homens engrandecidos, em primeiro porque aceitaram passar pelo vale e pelo deserto de serem nada (ou menos ainda); e quando foram levados perante ao palácio, seus corações mantiveram intactos sem mudança, diante de Deus.

Reis mudaram suas roupas, seus modos de vida; mas isto não abalou ou afetou suas integridades e nem tão pouco o temor a Deus, antes pelo contrário, foram agradecidos ao SENHOR por tudo quanto passaram.

Estes jovens, tudo suportaram; “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar.

Mas, outros nesta mesma caminhada, se perderam; um Davi que errou e pecou, outro Salomão que não permaneceu firme, e muitos outros... mas, e nós?

Seria o SENHOR nosso Deus, somente em tempos difíceis?

Milhares têm Deus ofuscado em suas vidas diante as riquezas e o reconhecimento; milhares se firmam em seus próprios intelectos religiosos, aplicando braços fortes(??), barganhas nas ofertas e dízimos para resolverem tudo (querendo encostar Deus na parede e que Ele esteja obrigado a abrir as janelas dos céus), desprezando a ação e o tempo de Deus diante a humildade, a justiça e de um coração contrito, afirmam como Laodicéia: “Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta”... ??

Existem ministérios poderosos, formados em um grande número de membros, cofres abarrotados de ofertas e dízimos, e sem dúvida alguma, há alguns religiosos enriquecendo na pregação fraudulenta, enriquecendo através de realizar obras (de caridade) sem amor ao próximo na exclusividade em receber donativos e repasses do Estado...

É necessário e urgente que tenhamos o SENHOR dos Exércitos em nosso caminho, nossa Fortaleza, nosso Refúgio, podendo passar fome, sem possuir nada... pois que, milhares andam numa correria e num afago aos bens materiais, a busca de abastança nesta vida [1Coríntios 15.19], e seria isto o verdadeiro sentido de servir a Deus? Este é o caminho e direção certa?

Nada é por demais funesto, infausto, que chegar ao poder, ao status, a fama de religiosos famosos e frequentadores de igrejas prósperos e ricos materialmente... e no destino errado!!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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junho 17, 2010

Pedofilia - Castração química no Brasil?

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Tratamento polêmico com hormônios para condenados por crimes sexuais, aprovado na Argentina, provoca discussões por aqui

A “castração química” como forma de controlar a libido de condenados por crimes sexuais voltou a ser tema de debate de pois que a província de Mendoza, na Argentina, resolveu adotar a punição. O tratamento não terá caráter obrigatório, mas o criminoso que se recusar a fazê-lo perderá benefícios, como indultos e reduções de pena. Na Argentina, a medida, anunciada na última semana e com data para entrar em vigor em até três meses, já encontra resistências e críticas. No Brasil, não é diferente.

Desde 2007, tramita no Congresso Nacional um projeto de lei para acrescentar ao Código Penal brasileiro a pena de “castração química” a pedófilos condenados que cometeram crimes de estupro e corrupção de menores. A proposta do senador Gerson Camata (PMDB-ES) prevê que o criminoso que aceitar se submeter ao tratamento poderá ter um terço da pena reduzida. O projeto chegou a ser discutido na Comissão de Constituição e Justiça no ano passado, mas acabou sendo enviado para apreciação da Comissão de Direitos Humanos antes de ser votado. Desde fevereiro, é aguardado o parecer do relator, senador Mag no Malta (PR-ES).

A delegada do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adoles cente Vítimas de Crimes (Nucria), Eunice Vieira Bonome, vê com receio o assunto. “Não se resolve uma violência com outra”, opina. Ela argumenta que o tratamento pode não ser eficaz no combate à reincidência, já que a simples falta de ereção não evitaria que o pedófilo cometesse outros atos libidinosos.

O presidente da Associação Paranaense dos Advogados Criminalistas, Heitor Fabreti Amante, considera a “castração química” inconstitucional. “Para alguns, a castração é pior que a pena de morte. É um castigo físico. Teria de mudar a Constituição”, afirma.

Já o procurador Alexandre Magno Aguiar, professor de Direito Penal e Processual Penal na Universidade Paulista (Unip) e autor do artigo “O ‘direito’ do condenado à castração química”, defende o tratamento como uma alternativa voluntária para o condenado. “Isso (castração química) tem sido considerado pelos constitucionalistas como uma dor física e psicológica. A Constituição proíbe penas cruéis”, afirma. “Defendo colocar (a castração química) não como pena, mas como uma opção para o condenado”, complementa.

Para Aguiar, esta opção de veria ser disponibilizada para todos os criminosos sexuais e não apenas para pedófilos. “É um método muito melhor que a prisão. Em outros países, a taxa de reincidência de crimes sexuais caiu de 75% para 2%. Temos de considerar o benefício do tratamento com a diminuição do número de vítimas”, afirma.

Fora as questões legais, o próprio termo “castração” é objeto de discussão. “Na falta de melhor nome, utiliza-se a castração química como uma analogia, um efeito de linguagem. Não é uma castração, tem o efeito de castração”, justifica Aguiar. O tratamento a que se refere o termo, na verdade, é a soma de um acompanhamento psiquiátrico com sessões de terapia e aplicação de medicamentos e hormônios que reduzem a ação da testosterona, controlam o impulso sexual e melhoram o controle comportamental. “Não tem nada a ver com a castração química”, afirmou o professor de psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC, Danilo Baltieri, em entrevista à Gazeta do Povo, em março do ano passado.

Com experiência, Baltieri defende o tratamento como última opção para casos que não tiveram melhora com outros remédios e terapias. “Quando bem administrado, não provoca impotência ou lesão corporal, nem deixa o sujeito sem apetite sexual. Usa-se o hormônio por um período pequeno, entre três e seis meses”, explica.

De acordo com o presidente da Sociedade Paranaense de Psiquiatria, Marco Antônio Bessa, porém, ainda há divergência dentro da ala médica em relação ao assunto. “Não existe uma posição muito clara (na medicina). Particularmente, não sou favorável. É uma questão polêmica que precisa ser mais discutida na sociedade. Precisamos de mais pesquisas e mais avaliações”, afirma. Bessa questiona se o tratamento com hormônios também inibiria outros impulsos violentos que o paciente possa ter. “É uma medida bastante duvidosa. Os problemas de violência são muito mais sérios que isso”, opina.

Para a psicóloga Eliane Maio, membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, defende que abusos contra crianças podem ser controlados a partir de trabalhos de educação sexual desde a infância. “O abuso sexual é muito profundo. Não sei se isso (castração química) resolveria. É uma tentativa, uma medida paliativa”, afirma.

Gazetadopovo
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Israel, Hamas

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É necessário acompanhar o que se escreve e se fala sobre o embate de Israel e o Hamas, pois, nitidamente o que é expresso, se refere a um antiamericanismo travestido de antisionismo.

E por que?

Porque é claro o fato de 99% dos analistas(??), alguns dizendo-se especialistas(??), não conhecem nada sobre a realidade histórica, política e cultural daquela região.

Houve um que escreveu que nas escolas de Israel se ensina ódio, mas nas árabes se ensina o Humanismo, será que este especialista(??) esqueceu que o Humanismo é um valor essencial do ocidente?

O conflito tem sido mostrado como uma luta de coitados que apenas desejam ser independentes no seu pedacinho de terra e que são impedidos pelos monstruosos e poderosos sionistas [Sionismo: Doutrina que pretendia o estabelecimento de um estado israelita independente na Palestina.]

Muito bem! Eis uma falha nestas análises baseadas apenas no ouvi dizer:

Eles não compreendem que o Hamas não é um movimento nacionalista! Não busca a criação de uma pátria palestina, e nem pode, pois, é parte da Irmandade Muçulmana, a qual busca um território islâmico, o Califado, um espaço muito mais amplo, sem fronteiras baseadas em conceitos ocidentais de estados-nações;

Para atingir tal objetivo político e religioso o Hamas une-se a inimigos antigos, os xiitas, representados neste caso pelo governo iraniano [não que eles se apreciem, pelo contrário, após uma possível eliminação dos “infiéis”, o primeiro passo será a disputa entre xiitas e sunitas para controlar o mundo islâmico, o Dar AL-Islam).


Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.


Compilação Sonia Bloomfield

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junho 14, 2010

A escolha do Caminho, da Porta, da Vida

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Há questões que afligem a muitos, como a salvação, e outros muitos, milhares, não estão se preocupando...

Estamos numa situação espiritual em sabemos se caso morrer, iremos de fato para o céu ou ainda buscamos algum tempo a mais nesta Terra para vivermos das riquezas materiais?

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz a perdição, e muitos são os que entram por ela” [Mateus 7].

Muitos centralizam a salvação em si próprio, na qual, crêem que, somente, não matando, não roubando, não adulterando, livrá-los-ão da ira futura... sutil engodo!!

Quem morreu por nossos pecados e sofreu na cruz, foi Jesus Cristo!

Quem nos conduz a salvação, é Jesus Cristo!

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” [João 14].

Infelizmente, o “eu” e as “autoridades espirituais evangélicas” tem deixado muitos, milhares, acomodados quanto as coisas futuras;

Temos presenciado que existem projetos evangélicos que não suportam e não dão testemunho da glória de Deus, que distanciam as almas do real objetivo da pregação das Boas Novas.

Há projetos ambiciosos (ao ponto de vista dos olhos evangélicos), como a abertura, por exemplo, de mil novos templos num prazo de cinco anos...

... ora, ora, ora, o que um pregador e ambicioso de um projeto deste, pode afirmar da gloriosa vinda de nosso Senhor Jesus Cristo para buscar o Seu rebanho?

Por certo, que pregações e intenção de fazer objetivos como este, “intencionam” que o Senhor Jesus deverá aguardar a realização de projetos humanos e não conforme a vontade de Deus Pai! Delírio do ser homem!!

Precisa-se com urgência descobrir de que (ou quem) eles dependem para a salvação, se assim a desejam? É crucial que a salvação é bem determinada, quando se descobre em que e quem as pessoas estão dependendo para ir aos céus, e não como estão vivendo...

Há salvação por contribuir para a manutenção de instituições religiosas com nome de igreja? Não!

Há salvação por contribuir para manutenção de ministros religiosos? Não!

Há salvação por manter obras televisivas? Não!

Ser dizimista fiel e ofertante em templos com nome de igreja traz salvação? Não!

Façamos um parâmetro em os gálatas e os coríntios, pois que, os gálatas eram bondosos e estavam confiando em suas próprias obras, por isso, Paulo se pergunta se eles estavam salvos, e os coríntios nutrindo em toda a sorte de pecados, e ainda assim, Paulo nunca duvidou da salvação deles, porque, os coríntios tinham fé em Cristo Jesus;

De outra sorte, há milhares de milhares que, por uma pregação simples e vaga as leva a crer que somente dando o coração a Jesus será uma ação de que as salva... mas, a salvação está no sangue que Jesus derramou na cruz do Calvário e é confiar nesta ação sacrificial que nos traz salvação!

Não se pode esquecer os que, por apelo de um pastor qualquer e porque foram a frente de uma igreja (instituição religiosa com nome de igreja), já estão salvas... não estão!

Deus sonda corações, os que buscam o arrependimento, a salvação de almas está muita das vezes distante de nossos métodos desastrosos... focalizemos no que Jesus fez, de forma que as pessoas entendam que não se trata de nós mesmo, mas, simplesmente, de Jesus!

Sendo pobres, nus, desgraçados, estendemos nossas mãos para receber um presente de Deus, um presente mais precioso do que jamais qualquer homem poderia imaginar; somos transformados em amigos de Deus, quando recebemos o dom da vida eterna, somos adotados como filhos da Família de Deus... focalizemos nossa fé, somente em Cristo Jesus.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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junho 11, 2010

Lentidão ou preguiça por aprender??!!

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Hebreus, uma epístola de ensinamentos essenciais para o fortalecimento da fé.

Do qual muito temos que dizer, de difícil interpretação; porquanto vos fizestes negligentes para ouvir” [Hebreus 5.11].

Nesta epístola, há pontos de vista que fazem ligação entre o Antigo e em o Novo Testamento. No relato do versículo em epígrafe, nos é dito, pelo autor, que não tem condições de continuar a fala do assunto em pauta, pois, tornou-se pela dificuldade de se explicar, e que não havia interesse e muito menos capacidade para entender tal assunto.

Pela narrativa, o autor justifica que seus ouvintes não haviam tido progresso no conhecimento de Cristo, assim, deliberadamente, tornando-se “lentos para aprender”, ou seja, isto significa que eles se tornaram preguiçosos para aprender e não quanto a rapidez com que aprendem.

Notamos que em nosso tempo presente, milhares como para os quais escreveu o autor, que, apesar do tempo de frequência e assiduidade a templos religiosos, são imaturos e sem a necessária percepção de ouvir e interpretar espiritualmente o ensinamento bíblico.

Nota-se, em demasia, pessoas repetindo as mesmas atitudes dos leitores de Hebreus. Milhares de “velhos” e “calejados” na vida do convívio em uma “igreja”... apesar de se tornarem “matutos na fé”, permanecem nas mesmas emoções. Não permitem que lhes sejam exortados, e muito menos contrariados em suas atitudes.

Continuando Hebreus, mas “o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal”, eis, pois que, os que assim agem de maneira deliberada o fazem, e ainda sabemos que a “maturidade” é para os crentes, e que muitos, milhares, preferem leite, ouvindo palavrinhas doces de seus pastores, homens que utilizam púlpitos para discorrerem sobre coisas fúteis que não auxiliam no crescimento espiritual.

Aqueles que buscam ao crescimento espiritual, e consequentemente, a maturidade, é por que desejam ser frutíferos... entretanto, milhares ainda resistem em crescer, preferem ficar acomodados em bancos religiosos de templos evangélicos, ouvindo palavras de ordem de seus famosos pregadores que somente transmitem uma pseudo vitória, indo na contra mão do ensinamento de Jesus Cristo que nos diz que devemos padecer pelo Seu santo nome.

Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus” [Hebreus 6].


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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junho 07, 2010

As “letras” fazem delirar?

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E, dizendo ele isto em sua defesa, disse Festo em alta voz: Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar” [Atos 26.24].

As Sagradas Escrituras nos ensinam que a letra mata, e o Espírito nos dá vida [2Coríntios 3.6]. Se assim é, delirar é o de menos.

O fato mais marcante, é que tudo que Paulo falou em sua defesa ao rei Agripa, como notamos nos versículos que antecedem a Atos 26.24, era tão somente o que havia sido profetizado pelo Antigo Testamento... tudo estava se cumprindo, portanto, nenhuma invenção de Paulo!

É provável, e certo que, por este motivo, muitos hoje, lançam descrédito ao que está sendo apresentado sobre o evangelho de Jesus Cristo, e falamos isto dos que frequentam templos religiosos e muitos dos que estão a frente destes, chamados, ministérios... o que aconteceu com o rei Agripa, é o mesmo tipo de incredulidade que presenciamos em nosso tempo presente, nos quais aquilo que dantes foi escrito é duvido, apesar de ter sido escrito para nosso aproveitamento [Romanos 15.4].

E de onde é vinda esta atitude? Das muitas “letras”?

Por certo não! Vem pela maneira do homem em ser corrompido pelo pecado da avareza (dinheiro fácil, riquezas, vida farta) e a cada dia, almas se perdem na escuridão de seus próprios enganos, que cria uma nuvem negra, ainda que, o evangelho nos resplandece a luz da Verdade.

O que nos faz delirar, não é a meditação nas muitas “letras”, o buscar a vontade de Deus pelo Espírito Santo, mas, com certeza, delirar é a falta de entendimento das Sagradas Escrituras (letras), sejam muitas ou poucas... delirar é olhar a nossa volta e encontrar pessoas que frequentam igrejas e que acham que servir a Deus é barganhar com dinheiro...

Falar das coisas de Deus que para os outros não faz sentido, é normal, não é delírio!

Interpretar pelo Espírito Santo o que aprender não é delírio. Aplicar o entendimento, seja muito ou pouco, não é delírio!

Delírio, é querer inventar o que um texto não diz, ou tentar tirar algo das Sagradas Escrituras que não está escrito... isto é delírio, é invenção [Apocalipse 22.18]!

Ter revelações que vai além da revelação de Deus... isto é delírio, é invenção [Apocalipse 22.18]!

Precisamos falar a verdade da Palavra de Deus, amar, ainda que sejamos criticados, afrontados, vituperados, odiados [1Pedro 4.14]...


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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Polícia Federal investiga diretoria da Assembleia de Deus

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A Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito policial para investigar os irmãos Jônatas, Samuel e Dan Câmara, a Igreja Assembleia de Deus e a Fundação Boas Novas - entidades dirigidas por eles - por suspeita de ‘lavagem de dinheiro’ e evasão de divisas.

O inquérito está no site do Tribunal Federal da 1ª Região (www.am.trf1.gov.br). A investigação foi confirmada pelo superintendente da PF no Amazonas, Sérgio Fontes. Jônatas é presidente da Assembleia de Deus no Estado, Samuel dirige a igreja no Pará e Dan Câmara é pastor da igreja e comandante-geral da Polícia Militar (PM) do Estado.

Segundo o superintendente da PF, o inquérito é um desdobramento das investigações da operação Farol da Colina, deflagrada em setembro de 2004, que apurou crimes de lavagem de dinheiro e remessa ilegal de recursos para o exterior envolvendo empresários de sete Estados, incluindo o Amazonas.

Na época, a PF descobriu que havia nos Estados um esquema milionário de evasão de divisas, com o envio de dinheiro a uma conta de um banco em Nova York, nos Estados Unidos, o ‘Beacon Hill Service Corporation’. O dinheiro, de acordo com a PF, foi enviado no período de 1999 a 2002. Os valores variavam de R$ 30 mil a R$ 20 milhões, sem declaração ao fisco.

Um ano depois de deflagrada a operação, a PF abriu 350 inquéritos, informou, na época, o ex-superintendente da instituição, Kérsio Pinto. “Muitas pessoas foram citadas e precisamos abrir inquérito para cada uma delas”, disse Kérsio, em outubro de 2005.

Sérgio Fontes disse que entre os inquéritos originados da operação ‘Farol da Colina’ está uma investigação contra os irmãos Câmara. “Documentos e gravações de escutas telefônicas da operação Farol da Colina mostraram indícios de que os referidos pastores enviaram grandes quantias ao exterior, naquele caso envolvendo a conta do Beacon Hill (banco de Nova York). Por isso, decidimos instaurar um inquérito para apurar as informações”, declarou.

Sobre a investigação do crime de ‘lavagem de dinheiro’, o superintendente disse que não podia falar sobre o assunto para não atrapalhar as investigações. A ‘lavagem de dinheiro’ é uma forma de tornar legítimo o dinheiro obtido de maneira ilícita.

De acordo com o superintendente da Polícia Federal, o inquérito em que os três dirigentes da Assembleia de Deus são investigados não foi concluído e informações ainda estão sendo apuradas. “Precisamos deixar claro que se trata de uma investigação e, até agora, não se tem culpados”, afirmou.

Complexo

O delegado federal Eduardo Izel - que apura as denúncias contra os irmãos Câmara - disse que as investigações, iniciadas em 2004, ainda não foram finalizadas porque ‘muitas’ pessoas precisaram ser ouvidas, principalmente, fora do Brasil.

“Esse inquérito é muito complexo, porque muita gente foi ouvida e algumas eram de fora do Brasil”, explicou Izel. Ele disse que, até o final de junho, o inquérito será concluído e enviado à Justiça. O delegado informou também que, até o final deste mês, mais duas pessoas serão ouvidas. Ele não quis identificá-las, alegando segredo de Justiça.

De acordo com o site do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), o inquérito contra os irmãos Câmara e a Assembleia de Deus já teve pelo menos 62 movimentações desde o dia em que foi instaurado em 2 de dezembro de 2004. Atualmente, o processo, segundo o site, está na Polícia Federal para o cumprimento de diligências. Além do delegado federal Eduardo Izel, também atua no processo o procurador da República Ageu Florêncio que, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal (MPF), está de férias.

Fonte: D24am

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junho 03, 2010

Jesus nos reconciliou com Deus... os dizimistas querem mais

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Nos seus primitivos tempos, os judeus constituíam essencialmente uma nação separada das outras [Levítico 20.23], e eram obrigados a conservar, para não se confundirem com os outros povos, o seu caráter moral, político e religioso, sob pena de duras sentenças [Levítico 26.14 a 38 - Deuteronômio 28];

Os judeus, israelitas, são os herdeiros das promessas de Deus [Romanos 9.4], pelas quais nós, os gentios, não somos participantes... o termo “gentio” designa o não israelita, que naquele tempo estávamos sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos as alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo;

Mas agora em Cristo Jesus, nós, que antes estávamos longe, já pelo sangue de Cristo chegamos perto.

Pelo que disse Jesus: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor” [João 10.16];

Porque Cristo é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na Sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças (lei mosaica), havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz [Colossenses 2.14], para criar em Si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.

Assim, judeus e gentios foram reconciliados com Deus e entre si por meio de Cristo [Efésios 2.11-22];

Em Romanos 9, vs. 25 e 26, Paulo cita Oséias, quanto as tribos apóstatas, mas, aplica-se ao chamado ou salvação dos gentios. Aleluia! Paulo deliberadamente toma estas duas profecias sobre a futura salvação de Israel e aplica a Igreja (consistindo de ambos, judeus e gentios); a Igreja tornou-se o povo de Deus;

As profecias de Oséias são realizadas na Igreja cristã; isto é claramente o que em o Novo Testamento faz com as profecias do Antigo Testamento.

Por certo dizer que, aos gentios, que estão reconciliados com Deus, pela cruz de Cristo, foi feito a promessa, e “esta é a promessa que Ele nos fez: a vida eterna” [1João 2.25];

Ora, e ainda há mais que Deus nos possa oferecer como promessa?

Por certo não! Porque a maior riqueza que Jesus nos oferece está no céu, para que, segundo as riquezas da Sua glória, nos conceda que sejamos corroborados com poder pelo Seu Espírito no homem interior; para que Cristo habite pela fé nos nossos corações; a fim de, estarmos arraigados e fundados em amor;

Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em nós, esperança da glória [Colossenses 1.27];

Portanto, quando Jesus cumpre na cruz do Calvário a Lei, e nos reconcilia com Deus, por que deveríamos usar de preceitos desta mesma Lei que nos separava de Deus?

Mas, os “evangélicos”, através de seus lideres espirituais, ainda vivem de preceito mosaico, requerendo que Deus derrame sobre eles bênçãos e promessas que foram ao povo de Israel, usando de Malaquias [3.10] para obrigar que Deus abra as janelas dos céus e derrame abastança sobre eles, “dizimistas fieis”...

Mas, certo é que, Deus não abençoa ninguém por ser dizimista, este ensinamento é falso, nada há de verdade na “doutrina dos dízimos” , porque em nenhum relato bíblico nas epístolas (que são o rumo que devemos obedecer para estarmos diante de Deus como Igreja) diz que sendo dizimista em templos de tijolos que chamam de igrejas haverá recompensa de Deus!

E mais certo ainda que, estas “instituições religiosas com nome de igreja”, todas, que são legalizadas através da lei brasileira (Código Civil), são nada mais que empresas, pois, possuem registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), que tem por lei de realizarem suas contabilidades e outras formalidades de homens... portanto, templos de igrejas nada mais são que locais de reunião onde se encontram justos e injustos, um local de reunião onde se encontra os que realmente buscam servir a Cristo e os que buscam ser servidos por Cristo [1Coríntios 15.19], nada mais que isto!

Os dizimistas, além do maior sacrifício que Jesus nos comprou na cruz do Calvário abrindo-nos caminho aos céus que não tínhamos direito, ainda querem que Deus os abençoe em troca de dinheiro! Uma situação por demais banal e patética!

Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos:

Ai dos que ajuntam casa a casa, reúnem herdade a herdade, até que não haja mais lugar, e fiquem como únicos moradores no meio da terra!
Em verdade que muitas casas ficarão desertas, e até as grandes e excelentes sem moradores.
” [Isaías 5]

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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