Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 10.jul.2017, Mateus 5

EU, porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bem-dizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; [Lucas 23.34; 6.27-28; Atos 7.60; Romanos 12.14; 1Pedro 3.9; Salmos 7.4]
Para que sejais filhos do vosso PAI que está nos céus;
porque faz que o Seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
[Lucas 6.35; Atos 14.17; Mateus 5.9; Jó 25.3; Salmos 145.9]
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? [Lucas 6.32-35; Mateus 6.1; 9.10-11; 11.19; 18.17]
E, se saudares unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? [Mateus 5.20; Lucas 6.32; 10.4-5; 1Pedro 2.20]
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso PAI que está nos céus. [Levítico 19.2; Colossenses 1.28; Gênesis 17.1; Deuteronômio 18.13; Lucas 6.36]

[664,370]

fevereiro 28, 2010

O AMOR - O GRANDE MANDAMENTO. Quem o sabe cumprir?

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"A ninguém deveis coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a Lei.
Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
O Amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da Lei é o Amor.
"
[Romanos 13]

Compartilho das palavras de nossa irmã Paula, de Portugal, pois, refletindo nos versículos acima e analizando o que se passa no atual meio evangélico, temos observado que muitos evangélicos não conseguem amar a si mesmos, quanto mais amarem o próximo.

Em nosso humilde entendimento, cremos que só depois de sermos o grande companheiro de nós próprios é que estamos preparados para amar o próximo e, por isso amarmo-nos a nós mesmos é o ponto de partida, óbvio que amando ao Senhor Deus sobre todas as coisas!

Na grande maioria das "igrejas de tijolos", vemos uma quantidade enorme de pessoas mal amadas e que não abrem o coração ao amor. Morrem por sofrimento e não por amor, estão terrivelmente centradas em seus problemas, caras fechadas, mal humoradas; querendo mostrar o que não sentem, e depressa revelam as amarguras das suas almas.

Pobres evangélicos, ovelhas sem Pastor, desgarradas, angustiadas procuram amparo e conforto na Palavra que devia sair do altar e que nunca chega porque os cultos se esvaem com a música, o pregar sobre o dízimo (comum a todas) e as recomendações sobre os livros que "pastores" escrevem e tal e coisa.

A música inicial já as tinha deixado de cabeça vazia e agora aquela pregação já não entra no coração porque os ouvidos e os olhos já estavam cegos e mudos de tanto desamor e amargura.

Quando se levantam para ir entregar ao altar, o "envelope do sacrifício", mais parecem ir a caminho do matadouro, porque aquela canga é pesada, não é dada com amor mas por medo da maldição de Malaquias proferida pela maioria de seus pastores, taxando-lhes de "ladrões de Deus" (seria mesmo roubar a Deus quem não dá o "dízimo", ou quem ainda o utiliza?).

Até quando Senhor, o teu povo, se é que é teu povo, descobrirá a verdade para se libertar do engano e da opressão financeira religiosa e, de consciência tranquila, sem medos e sem sustos, saberá como se portar diante dessas doutrinas que são opressoras do rebanho e lhes fecham o coração ao amor e serem verdadeiramente livres em Cristo?

O que mais nos preocupa no meio disto tudo é sermos obrigados a reconhecer que estes "lobos ferozes" já não têm coração ao falarem de Jesus, quando o verdadeiro pai deles é o engano ou o deus Mamom, porque a Jesus, a Fiel Testemunha, o Primogénito dos mortos e o Soberano dos reis da Terra, que por AMOR derramou o Seu sangue para nos livrar de nossos pecados, a Esse eles não amam nem O temem!

A apostasia não tira o evangélico da igreja, mas rouba-lhe a fé!

Os evangélicos são envolvidos em teorias, músicas, cantos, choros e práticas da Lei, misturadas com o "tudo me é permitido mas nem tudo me convêm", mas na verdade eles não vivem o evangelho genuíno que os tira da escravidão.

Os evangélicos nem sabem que estão envolvidos com a apostasia e também eles são apóstatas e não sabem porque nem se dão ao trabalho de conhecer a verdade e que está escrito:

"O MEU POVO SOFRE POR FALTA DE CONHECIMENTO"

É e será sempre o motivo que faz crescer a apostasia que envolve a maioria das igrejas de tijolos, que crescem como cogumelos pelo mundo fora;

São lobos com capas de cordeiros!

Salvo muitas poucas exceções... que graças a Deus estão na Verdade, mas, com as salas vazias, porque, na atualidade, a grande maioria evangélica busca as doutrinas da prosperidade e outras que tais.

Muitos procuram a Verdade e ela fuge; ficam confusos e desesperados, mas, oremos para que o SENHOR REVELE que a maioria dos homens que estão no altar, glorifica a Deus com os lábios, pois, buscam para si a glória!

Por isso, estamos aqui falando destas coisas que entristecem o coração de Deus, e o coração de todos os que buscam a Verdade em Cristo Jesus.

"Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida" [João 14], ninguém vai ao Pai, senão por Jesus, mas, "há caminhos que ao homem parecem direitos mas dão em caminhos de morte" [Provérbios 14], porque, "larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição e muitos são os que entram por ela" [Mateus 7], pois, nesses "caminhos há destruição e miséria; e não conhecem o caminho da paz" [Romanos 3].

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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fevereiro 25, 2010

A Igreja nos lares (compilar Atos dos Apóstolos)

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Realizarmos reuniões nos lares como auxílio a prática da vida cristã, é o mesmo costume observado nos cristãos primitivos antes dos templos instituídos pelo Imperador Constantino.

Absorvidos pelo "cristianismo", os templos de Constantino perpetuaram a idéia de "templo" como lugar obrigatório para a realização de reuniões cristãs.

Porém, as reuniões nos lares, busca restaurar a dignidade da família, priorizando o trabalho de formação espiritual de “homens novos para um mundo novo” encontrado em Deus.

A questão de possuir um templo (de tijolos) é, por vezes, financeiramente impossível, mas isso nos permite enxergar que, além de uma “biblicidade” questionável, ele é, o templo (de tijolos), em certos aspectos, desnecessário, mas não aos olhos daqueles que buscam colocar nas paredes religiosas, uma santidade supérflua, que não atende a vontade de Deus.

Entretanto, para muitos, reunir-se em casas é um desprestígio e, quem o faz, corre o risco de ser discriminado e talhado como rebelde, mas, somos sim, rebeldes do sistema religioso de igrejas templos de tijolos.

A experiência em “evitar o templo” têm ensinado muitos a caminhar baseados na providência divina contribuindo com a ilimitada ação do Espírito Santo.

A reunião nos lares precisa facilitar a autêntica prática da vida cristã. Essa é sua principal função. A razão de tudo deve estar apenas no fato de sermos canal de benção para muitas vidas.

Que esta experiência seja a prova de que é possível "ser" Igreja em todos os lugares e que os cultos estão unidos em um só propósito: ver e revelar o grandioso amor do Pai.

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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fevereiro 15, 2010

Verdades dizimistas! Quem as pode negar??

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Os dízimos bíblicos

Foram impostos ao povo de Israel, e eram as primícias das colheitas que cada ano se recolhia dos campos [Deuteronômio 14.22], destinados aos levitas (descendentes da tribo de Levi, que não receberam terras entre as tribos de Israel e foram separados para ministrarem os serviços no tabernáculo e no templo em Jerusalém), aos estrangeiros, aos órfãos e a viúvas [Deuteronômio 14.29].

- Abraão dizimou uma única vez e voluntariamente [Gênesis 14.20];
- Jacó somente fez uma promessa de dizimar [Gênesis 28.22];
- Em Mateus 23.23, Jesus afirma o que diz a Lei ao povo de Israel, dizimar sobre a hortelã, do endro e do cominho (colheitas);
- Em Hebreus 7.1-10, fala do dízimo, para mostrar a superioridade do sacerdócio de Jesus, quando comparado com o sacerdócio levítico da Velha Lei;

Os dízimos evangélicos

São impostos aos membros das igrejas evangélicas, em dinheiro, são as primícias das rendas pessoais, para manutenção exclusiva dos templos e de altos salários pastorais.

Quem defende os dízimos evangélicos está coberto da razão religiosa, porém, não é respaldado pelas Sagradas Escrituras, somente usam de versículos bíblicos para darem uma roupagem de santidade, nada mais que isto!!!

Persistência dizimista dos gentios

Ainda assim, alguns hão de querer dizimar para manter igrejas (templos luxuosos e suntuosos, conforto), pastores com altos salários, e, em conformidade com as práticas bíblicas de Malaquias 3.10, mas, é importante que não se esqueçam de guardar o sábado, da circuncisão, dos sacrifícios de animais, das regras especiais sobre roupas, da pena de morte para os filhos rebeldes, e qualquer outro mandamento da lei de Moisés, as obras da Lei;

Sabendo que, todos "aqueles, pois, que são das obras da Lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las" [Gálatas 3.10].

Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade na Nova Aliança que nos deu através de Sua morte. Ele é o Mediador desta Nova Aliança [Hebreus 9.15]. Seremos julgados por Suas palavras [João 12.48-50]. Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer tudo o que Cristo ordena [Mateus 28.18-20].

Jesus, através de Paulo, ensina que as igrejas devem fazer coletas nas quais os cristãos darão de acordo com sua prosperidade [1Coríntios 16.1- 2]. Temos que dar com amor, generosidade e alegria, conforme tencionamos em nossos corações [2Coríntios 8.1-12; 9.1-9].

Portanto, podemos dar mais ou menos que 10%. Temos que usar nossos recursos financeiros, e todos os outros recursos, no serviço de Deus [Mateus 25.31-46].

O Novo Testamento não promete luxo, conforto e riquezas. Jesus sofreu nesta vida, e assim Seus seguidores sofrerão [Marcos 10.29-30; Lucas 9.57-62].

A preocupação com a prosperidade material nos distrai da meta celestial e nos arrasta a idolatria da cobiça [Colossenses 3.1-5]. Tais motivos não têm nenhum lugar entre os cidadãos do Reino de Deus.

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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fevereiro 13, 2010

Escultores

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Meditando em Êxodo 32, encontramos o relato do "bezerro de ouro", esculpido por Israel no deserto, enquanto Moisés, no monte santo, recebia as tábuas do amor.

Aquele povo ofertava suas jóias, para obterem um "deus" para que se possível, o pudessem tocar!

Mas, hoje, o que presenciamos nos que se dizem também ser povo de Deus, edificando altares e colocando neles seus bezerros de ouro.

Mas, eis, uma verdade, pois, somos capazes de esculpir "bezerros de ouro" e, pior, somos capazes de ignorar ou eliminar (se pudermos) aqueles que nos advertem do nosso pecado, principalmente, um povo que torna para si, ídolos como "nome de denominações" e "pastores".

Estes "bezerros", como diz, A.W.Pink, em sua maioria, são ministros do evangelho ordenados por igrejas. Milhares daqueles que ocupam os púlpitos das igrejas modernas não estão mais engajados em apresentar as verdades fundamentais da fé cristã; eles deixaram de lado a verdade e se entregaram a fábulas.

Em vez de magnificarem a grande vileza do pecado e revelarem as suas eternas consequências, tais ministros minimizam o pecado, por declararem que este é apenas uma ignorância ou uma ausência do bem. Em vez de advertirem seus ouvintes a fugirem da “ira vindoura”, tais ministros tornam Deus um mentiroso, por declararem que Ele é muito amável e misericordioso e que, por isso mesmo, não enviará qualquer de suas criaturas para o tormento eterno. Em vez de declararem que, “sem derramamento de sangue, não há remissão”, tais ministros apenas apresentam Cristo como o grande Exemplo e exortam seus ouvintes a seguirem os passos dEle.

Temos de afirmar a respeito desses ministros evangélicos, porquanto, “desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram a que vem de Deus” [Romamos 10.3].

A mensagem, destes ministros evangélicos, talvez pareça bastante plausível, e seu objetivo, digno de louvor; todavia, lemos a respeito deles, por que, “os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras” [2Coríntios 11.13-15].


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fevereiro 11, 2010

Afinal, dar a César e a Deus, o que??

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Encontramos muita enganação no meio evangélico, religioso, quando se trata da maneira pela qual o Senhor Jesus nos traz em Marcos 12.17, a que, devemos dar "“a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.

Por certo, quando se trata do que seja em dar a César, nosso Senhor nos faz referência aos impostos governamentais;

Entretanto, quando se fala em dar a Deus, precisamos ter cautela ao que ouvimos.

Sabemos que, Deus não precisa de nosso dinheiro, nem "tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois, Ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas” [Atos 17].

Dezenas de pregadores utilizam deste versículo em Marcos 12, no sentido de trazer um ensinamento que se reflete aos dízimos e ofertas, direcionados aos cofres das igrejas evangélicas.

E, muitos se deixam enganar por este malicioso artifício para se angariar fortunas, aceitam sem questionamento que suas ofertas e dízimos são ao sustento de altos salários a pastores intocáveis, a manutenção de luxuosos e santuosos templos, aos patéticos programas evangélicos de televisão...

Sabemos que a reunião, a comunhão entre irmãos, em Cristo [Mateus 12.18], dependendo do número, necessita de locais amplos, e para tanto, há que se dizer em pagamento de aluguel, água e energia elétrica; e sem dúvida alguma que, as contribuições dos irmãos que nestes locais se encontram, são de grande valia, o que, com certeza, não necessita de quantias volumosas de dinheiro.

Porém, devemos através das Sagradas Escrituras, ter o entendimento que o Senhor Jesus quando se refere ao que seja ofertado a Deus, dar a Deus, seja conforme o intento de nosso coração e direcionado aos pobres e necessitados, que tudo quanto fizermos, sejam aos que precisam, assim, o Senhor receberá nossas ofertas como se a Ele fossem atribuídas, "quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” [Mateus 25.31-46].

Como a marca de César, se deve dar a César;

Os homens, imagem e semelhança do Criador, se deve dar a Deus.

Como Deus não precisa de dinheiro e nem Sua obra, faça de você, uma oferta a Deus, uma oblação!

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fevereiro 08, 2010

Servir...

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Jesus Cristo é chamado de "o Servo", por Sua vida de perfeita obediência ao Pai, em benefício da humanidade;

Para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías:

"Eis aqui o meu Servo, que escolhi, o meu Amado, em quem a minha alma se compraz; porei sobre Ele o meu Espírito, e anunciará aos gentios o juízo" [Mateus 12].

Mas, agora temos sido libertos da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.

Porém, sabeis que os que julgam ser intelectuais, pastores de renome, apóstolos modernos, reverendos, dos "evangélicos", deles se assenhoreiam, e os seus grandes usam de autoridade sobre eles; nos querem com as cabeças em bandejas;

Mas entre nós não será assim; antes, qualquer que entre nós quiser ser grande, será vosso serviçal;

E qualquer que dentre nós quiser ser o primeiro, será servo de todos.

"Porque o Filho do Homem (Jesus) também não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos" [Marcos 10].

Tenhamos, pois, uma vida de retidão, contentando-nos com o que possuimos, servindo uns aos outros, em amor, visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-nos da corrupção do mundo.

Imprevisível, é uma grande parcela que dizendo-se ser de Deus, permeiam uma vida cristã somente para a busca de solução de problemas, em especial o financeiro, mas, Jesus de modo algum nos disse que seríamos livres das dificuldades, das adversidades, da fome, dos açoites, das tribulações, entretanto, nos faz mais que vencedores!

(foto: editor do blog)
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fevereiro 06, 2010

Consumir água regularmente reduz risco de infecção urinária

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por Wolmar Carregozi*

A morte da modelo Mariana Bridi Costa (foto) chamou a atenção sobre um tipo de infecção muito comum, que pode apresentar-se com um quadro clínico discreto, mas, também pode adquirir proporções calamitosas.

Antes de sua morte, Mariana teve as suas mãos e pés amputados, em consequência de infecção generalizada, secundária a infecção urinária.

A infecção urinária ocorre com muita frequência, principalmente entre as mulheres. Apesar da urina secretada pelos rins ser estéril, ela pode se infectar quando bactérias se multiplicam em redor da uretra (colonização) para, logo após, ascenderem (subirem) através desta, penetrando na bexiga, mantendo-se aí ou continuando a subir até os rins.

O fator principal para ocorrência da infecção urinária é o baixo consumo de água, cuja consequência maior é a estagnação de urina na uretra, favorecendo a proliferação das bactérias.

Na mulher, a uretra é mais curta e, portanto, o aporte destas bactérias a bexiga ocorre com maior rapidez. No pensamento feminino, urinar é complicado, pois envolve uma série de providências que desmotivam fazê-lo com frequência, tais como: ter um vaso higienizado, papel higiênico, absorvente, ducha, etc. Sendo assim, restringe o ato de urinar a algumas vezes apenas, durante o dia, seja no trabalho, na escola ou até mesmo nos afazeres domésticos. Devido a isso, evitam ingerir muito líquido para, conseqüentemente, urinarem menos.

A maneira mais fácil de saber se estamos ingerindo a quantidade certa de água é observarmos a cor da urina. O ideal é que esteja bem clara, quanto mais clara, melhor. Se estiver escura, certamente também estará com odor mais ativo, o que já é um prenúncio de infecção bacteriana.

Ingerindo cerca de 2 a 2,5 litros d'água/dia, estaremos dando oportunidade de haver uma lavagem constante da uretra, não permitindo, assim, a proliferação de bactérias. Vale ressaltar a importância de observar a procedência do material com que se vai fazer o asseio vaginal após as micções, tais como:

- qualidade da água da ducha (considerar que a própria ducha pode ter entrado em contato com outro períneo contaminado);

- as condições do papel higiênico (se a extremidade do rolo está em contato com o chão. Lembrar que outra mão já tocou na ponta para rasgá-lo. Sendo assim, despreze o primeiro palmo do mesmo).

Roupas íntimas não devem ser compartilhadas (inclusive, maiôs e biquínis).

O tratamento clínico é feito através de antibióticos e antiinflamatórios e só deve ser instituído por um médico.

*Dr. Wolmar Carregozi é clínico geral, ginecologista, obstetra, e médico do trabalho.

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fevereiro 04, 2010

Corá e os ministros evangélicos

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Nos tempos da peregrinação pelo deserto, Israel transportara o "tabernáculo" [Êxodo 25-27], uma grande "barraca" na qual eram realizados os atos de adoração (depois de sua saída do Egito), sendo que a tribo de Levi, Deus os separou da congregação de Israel para os fazer chegar até a Si, a administrar o ministério do tabernáculo do SENHOR; a eles, a incubência do trabalho nos serviços do tabernáculo, desde ajuda aos sacerdotes até o transporte [Números 3.5-13]; aliás, estes são os verdadeiros "levitas", os nascidos na tribo de Levi;

Porém, houve um levita, por nome Corá, que não contentou com o que lhe agraciara o Senhor, rebelou-se contra Moisés [Números 16]; o que Moisés caindo com o rosto em terra, disse-lhe: "Porventura, pouco para vós é que o Deus de Israel vos separou para administrar o serviço do tabernáculo?"

E, através desta história bíblica, veremos que a rebelião de Corá foi repreendida pelo Senhor enviando-o vivo ao sepulcro [Números 16.31-33]; esta passagem nos faz entender que, a história do homem é recheada de inveja, descontentamento, ambição, ânsia de poder...

Neste limiar, o Espírito Santo nos traz um ensinamento a que, sejamos pois, humildes em nossa posição de servos do Senhor, realizando tudo a que nos foi agraciado, fazendo tudo o que estiver a nossa mão [Eclesiastes 9.10]; trazendo sempre, alegria em nossos corações, contendo-nos com o que possuimos e ao que somos.

Nossa alegria permaneça firme na pregação do evangelho, o anúncio da salvação na pessoa de Jesus Cristo, sendo que, para isto, os anjos atentaram o desejo de fazer [1Pedro 1.12].

Entretanto, muitos dos que se dizem ser povo de Deus, não se contentam em levar as Boas Novas, não lhes é aprazível o entendimento de qual seja a boa, a agradável e a perfeita vontade de Deus, mas, permeiam por uma vida de ambição religiosa, muitos dos ditos "pastores", não aceitam simplesmente o que Deus lhes concedera, mas, buscam sem escrúpulos, sem rodeios, não importando ao que irão proceder, o desejo ardente de ser eles os reverenciados, de obterem fama, status, poder, glória e riqueza, criando ainda para si, nomenclaturas alheias a Palavra de Deus.

E, neste sentido, tudo quanto visualizamos nos primórdios bíblicos, é refletido em nosso tempo presente, ou assim dizendo, as atitudes de nosso tempo presente, nada mais são que reflexos de outrora, de um ser insignificante que se acha alguma coisa, o homem religioso!!

Ao homem (a raça humana), em sua grande maioria, é difícil reconhecer o possuir falhas, e, quando chega a conhecer a Bíblia e compra um canudo de teólogo, pronto! Já é o dono da verdade, e se possuir um patético programinha evangélico de tv, será um pastor de remone!

O que sem dúvida alguma podemos ter entendimento do que Paulo em 2Timóteo, capítulo 3, quer nos alertar:

"SABE, porém, isto : que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.

Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela.

Destes afasta-te.

Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências;

Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.
"

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